segunda-feira, 11 de julho de 2011

Copa America - A Venezuela lidera grupo do Brasil

Um cenário com que poucos adeptos venezuelanos sonhariam está a suceder na Copa América. Com duas jornadas disputadas, a Venezuela é líder do Grupo B, com 4 pontos, num agrupamento que conta com o todo poderoso Brasil.
Esta noite, no Estádio Padre Ernesto Martearena, em Salta, a equipa venezuela bateu o Equador por 1-0, em mais um jogo que ao intervalo registava um empate a zero... pela oitava vez, em dez encontros.
Com o avançado ex-Sporting Caicedo em campo, o Equador falhou várias oportunidades de golo e viu César González resolver o jogo, aos 62', com um excelente remate de fora da área. O médio Arango, do Borussia Monchengladbach, foi o grande dinamizador o ataque dos venezuelanos.
A Venezuela, que na última jornada defronta o Brasil, necessita agora de "apenas" de um empate para garantir a vaga de acesso aos quartos-de-final.
Record

Fabio Cannavaro anuncia aposentadoria do futebol profissional

O zagueiro italiano Fabio Cannavaro, capitão da seleção da Itália que conquistou a Copa do Mundo da Alemanha em 2006, anunciou neste sábado sua aposentadoria do futebol profissional aos 37 anos.
"Estou muito triste. O futebol é tudo para mim e não é uma decisão fácil. Infelizmente este momento chega para todos e é preciso enfrentá-lo. Meu joelho não me permite continuar (jogando)", indicou Cannavaro em coletiva de imprensa a partir de Dubai.
O jogador, quem atuou, entre outros clubes, na Inter de Milão e na Juventus de Turim, estava desde o ano passado no Al-Ahli de Dubai (Emirados Árabes Unidos), onde ainda tinha mais um ano de contrato a cumprir.
"Ainda tinha um ano de contrato, mas é melhor parar agora. Tenho problema na cartilagem do joelho esquerdo e isso me incomoda muito. No entanto, vou continuar no clube. Recebi convite para permanecer como diretor e eu aceitei", contou Cannavaro.
"Serei um pouco o homem-imagem. Sinto-me muito estimulado de trabalhar nisto ainda. Certamente que tinha em minha mente jogar um ano mais, mas não jogaria bem, sabendo que esse joelho não pode resistir", acrescentou.
O presidente do Al-Ahli, Abdullah al-Naboodah, se mostrou feliz de poder contar em sua equipe com um diretor com "19 anos de experiência de futebol como Fabio", vencedor de uma Copa do Mundo e com enorme "experiência no futebol europeu".
O anúncio da aposentadoria do italiano (Nápoles, 1973), que sai com o recorde de partidos pelo seu país, 136, ocorre justo no dia em que completam cinco anos da vitória da Itália na Copa do Mundo de 2006, no qual Cannavaro levantou a taça como capitão.
Premiado com a Bola de Ouro e como melhor jogador da Fifa em 2006, Cannavaro começou sua carreira em 1988 nos juvenis do Napoli, passando depois pelo Parma, Inter, Juventus, Real Madrid e finalmente o Al-Ahli. 
Portal Terra

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Fifa lista cinco times brasileiros como intocáveis do futebol mundial


Como recordação pelo inédito rebaixamento do River Plate para a segunda divisão do Campeonato Argentino, A Fifa publicou em seu site oficial uma relação com os clubes do futebol mundial que nunca caíram para a Série B de seus campeonatos nacionais. No Brasil, a entidade citou Flamengo, Cruzeiro, Santos, São Paulo e Internacional.

Em 1991, o Tricolor paulista disputou o torneio de acesso do Campeonato Paulista e foi campeão estadual no mesmo ano, mas a Fifa não contabiliza este torneio por não se tratar de um campeonato nacional.

A lista divulgada pela Fifa inclui times de menor expressão do futebol europeu que nunca caírm, como os gregos Olympiakos, Panathinaikos.

País com o campeonato mais antigo do mundo, a Inglaterra não tem nenhuma equipe intocável. Todos os times já caíram, ao menos uma vez para a segunda divisão. A Internazionale é a detentora exclusiva da primazia no futebol italiano, enquanto na Espanha o Athletic Bilbao se une aos gigantes Real Madrid e Barcelona como equipes que nunca foram rebaixadas
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r7

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Copa America - A mais antiga competição continental do Mundo



A mais antiga competição continental do Mundo criou, ao longo do século, lendas e histórias que ainda hoje fazem parte do imaginário da América do Sul. Sempre foi uma prova dominada pela língua espanhola, cujo predomínio só por cinco vezes foi interrompido, pelo futebol brasileiro. Eis uma pequena compilação de alguns momentos relevantes:
PRIMEIRO CAMPEÃO -- Para comemorar o centenário da independência do país, a Associação Argentina de Futebol convidou as outras três associações existentes na América do Sul, Uruguai, Brasil e Chile. Em disputa ainda não estava a "Copa", a Taça que seria o troféu a conquistar a partir da edição seguinte, em 1917. O Uruguai venceu o torneio, hoje denominado "extraordinário", e um jogador negro brilhou mais que todos: Isabelino Gradín, recordista sul-americano dos 200 e 400 metros
RIVALIDADE -- Os anos 20 e 30 viveram uma intensa rivalidade entre Uruguai e Argentina. Uma final da Copa América entre ambos equivalia a uma final de um Mundial. Em 1924 e 1928, a "celeste" sagrou-se campeã olímpica, batendo os rivais na segunda final, acontecendo o mesmo em 1930, no Mundial. Em 1934, a Itália conquistou o Mundial com a ajuda valiosa de quatro estrelas argentinas, entretanto naturalizadas (Orsi, Monti, Guaita e Demaría). Os melhores jogadores do Mundo chamavam-se José Nasazzi, Andrade (a "maravilha negra", na foto), Scarone (Uruguai), Ferreira, Seoane e Tesoriere (Argentina)
RECORDE DE GOLOS -- Depois de 27 anos de ausência, a Copa regressou ao Brasil, em 1949. A canarinha venceu o certame marcando 39 golos em 8 jogos, numa incrível média de 4,87 por jogo, jamais igualada. Tesourinha, Zizinho, Ademir, Jair e Simão compunham a linha avançada goleadora. Fantástico: o Brasil perdeu com o Paraguai por 2-1 e, três dias depois, na finalíssima, vingou-se com... 7-0
POR UMA VEZ... PELÉ -- O "rei" Pelé apenas disputou uma Copa América. Em 1959, na ressaca vitoriosa do Mundial da Suécia, em 1958, o Brasil surgiu como favorito, já que chamou os principais craques ao certame: Pelé, Garrincha, Didi, Zagallo... Dois empates haveriam de "trair" a canarinha e a vitória sorriu ao país organizador, a Argentina. Mas Pelé deixou a sua marca e sagrou-se goleador da prova, com oito golos, aos 18 anos
BOLÍVIA CAMPEÃ -- Em 1963, a Bolívia chegou-se à frente para organizar a prova e recebeu a recompensa. Pela primeira vez, o troféu fugiu às mãos dos países mais cotados. O Brasil apresentou uma selecção estadual, o Uruguai não participou e a Argentina surgiu com novas caras. Ainda assim, um feito histórico. Na foto, o ídolo Ramiro Blacutt é levado em ombros, após a sensacional vitória ante a Argentina
BEM VINDO, SOTIL -- Em 1975, a Copa surgiu com um novo sistema, sem sede fixa. Venceu o fantástico Perú de Cubillas, Chumpitaz, Meléndez, Cueto, Rojas e "Cachito" Ramírez. Mas, durante toda a campanha, faltou um nome: Hugo Sotil, estrela do Barcelona de Espanha ao lado de Cruyff. O clube catalão só autorizou a sua dispensa para o jogo final, com a Colômbia. Sotil chegou, marcou e deu a Taça ao Perú. Na foto, Cubillas abraça o herói
"PORTUGUESES" -- O Brasil recebeu a prova em 1989, com o pretexto de comemorar o 75º aniversário da CBF. A partir desta data, a Copa passaria a disputar-se de dois em dois anos. A campeã mundial Argentina era a favorita, mas a canarinha chamou os seus melhores jogadores para não desiludir o seu público. E ganhou, com alguns "portugueses" na equipa: Ricardo Gomes (capitão), Silas, Valdo, Aldair e Branco. Bebeto e Romário formaram uma dupla terrível (antecipação de 1994) e a final disputou-se num Maracanã cheio, ante o Uruguai. O fantasma de 1950 foi "morto" com um golo solitário do "Baixinho"
MARADONA SEM COROA -- Como Pelé, Maradona nunca ganhou a Copa. "El Pibe" participou em três: 1979, 1987 e 1989. Se, na primeira, era ainda um miúdo-prodígio, nas outras surgiu como favorito, mas nunca brilhou à sua altura, muito por culpa do cansaço de fim de época. O colombiano Valderrama foi considerdado o melhor do certame desse ano, na primeira das seis Copas que disputou.
Curiosidades:
Seleção mais vezes campeã: Argentina e Uruguai (14)
Futebolista com mais títulos: Angel Romano (Uruguai), 5 (1916, 1917, 1919, 1920 e 1921)
Futebolista com mais torneios: Angel Romano (Uruguai), 8 (1916, 1917, 1919, 1920, 1921, 1922, 1924 e 1926). Em 2001, Alex Aguinaga (Equador) registou a sua 7.ª participação (1987, 1989, 1991, 1993, 1995, 1999 e 2001).
Mais jogos disputados: Sergio Livingstone (Chile), 34 (1941, 1942, 1945, 1946, 1947, 1949 e 1953); Zizinho (Brasil), 34 (1942, 1945, 1946, 1949, 1953 e 1957)
Partida mais longa: Brasil-Uruguai, 1-0, finalíssima de 1919. Jogaram-se 150 minutos, 90 regulamentares e dois prolongamentos de 30 cada.
Maior goleada: Argentina-Equador, 12-0, em 1942, Montevideo.
Festival de golos: Brasil-Chile, 6-4, em 1937, Buenos Aires.
"Parenteses": Fenomenal goleador paraguaio Delfin Benitez Cáceres. Jogou em duas Copas, em 1929 e 1946, 17 anos mais tarde.
Jogador recorde: Hugo Sotil (Perú). Jogou um só jogo, a final de 1975. O Barcelona de Espanha, depois de muita conversação, lá o cedeu para esse confronto. Marcou o único golo da partida e o Perú foi campeão.
A grande façanha: Paraguai, em 1949. O Brasil, ante o seu público, ganhara os seis primeiros jogos, marcando 38 golos (6,33 por jogo). No campo do Vasco da Gama, o Paraguai venceu por 2-1. Ambos ficaram empatados em pontos e jogou-se uma finalíssima: o Brasil "enfiou" 7-0 aos paraguaios.
Grandes surpresas: Paraguai-Uruguai, 3-0, em 1929, Buenos Aires. Os uruguaios, bicampeões olímpicos, jogaram contra 10 a partir dos 12 minutos, quando se lesionou o defesa paraguaio Viccini. quando não havia substituições. Outra: EUA-Argentina, 3-0, em 1995.
Torneio mais longo: Brasil 1949, com 29 jogos em 39 dias. Também é a edição com mais golos marcados (135).
Primeiro golo: José Piendibene (Uruguai), a Manuel Guerrero (Chile), a 2 de julho de 1916.
Mais golos: Brasil, em 1949. Marcou 48 em 8 jogos (5,75 por jogo).
Maior assistência: 170 mil no Maracanã, na final de 1989, a 16 de julho (Brasil-Uruguai, 1-0).
Mérito: Quatro dos onze países que a enfrentaram em 83 anos de Copa nunca venceram a Argentina. São Chile, Paraguai, Equador e Venezuela.
Vantagem: Uruguai, sobre os demais participantes, em número de vitórias, com excepção do México, com quem jogou quatro vezes, empatando duas e perdendo outras duas (em 2001 e 2007).
Cinco golos: Só quatro jogadores marcaram cinco golos num jogo. Foram Hector Scarone (Uruguai-Bolívia, 6-0), em1926; Juan Marvezzi (Argentina-Equador, 6-1), em 1941; José Manuel Moreno (Argentina-Equador, 12-0), em 1942; Evaristo de Macedo (Brasil-Colômbia, 9-0), em 1957.

Argentina empata e compromete apuramento

A passagem da Argentina da fase de grupos da Copa América poderá estar em perigo após um novo empate a zero da seleção frente à Colômbia em mais um fraco desempenho de Lionel Messi.
O jogo de quarta-feira repete a perda de pontos da Argentina tal como aconteceu na estreia da seleção contra a Bolívia, com um empate a um golo.
A atuação de Messi e Carlos Tevez foi superada pelas estrelas colombianas Radamel Falcão e Dayro Moreno que tiveram mais oportunidades de concretizar golos e poderiam ter dado a vitória à sua formação.
A Argentina, que em 180 minutos de futebol apenas marcou um golo, tem agora de vencer a Costa Rica no último jogo da sua fase de grupos, uma tarefa mais facilitada dado que esta formação se apresenta na Copa América com uma formação Sub-23.
A Costa Rica e o México estão na Copa América com as suas formações olímpicas e como convidados dado que não integram a Confederação Sul-Americana. 

Com a devida venia a Record

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Messi: «Balneário do Barça é saudável»



Lionel Messi, que está a disputar a Copa América com a seleção argentina, concedeu esta terça-feira uma entrevista ao jornal “Crónica”, assegurando que um dos fatores de êxito do Barcelona está no ambiente que se respira no balneário catalão.
“A verdade é que o balneário do Barça é saudável, onde existem boas pessoas. Estão lá jogadores com quem convivo desde que cheguei ao clube. Tenho um relacionamento excelente com todos os jogadores do plantel. Talvez por isso nos enquadramos bem dentro de campo. Fomos formados juntos desde o início, com a mesma ideia de jogo, pelo respeito pela bola e pelo sacrifício que temos de dar pela equipa,” afirmou o argentino.
O vencedor das últimas duas edições da Bola de Ouro reconheceu que o brasileiro Ronaldo foi uma inspiração para ele. “Tive a sorte de chegar ao clube e estar cá Ronaldo, sempre foi um jogador que me agradou muito. Um avançado formidável, pela velocidade e pela técnica que tinha. Quando cheguei, também estavam cá outros ídolos, como Riquelme e Saviola,” frisou Messi.
O internacional argentino disse que vai estar grato eternamente a Ronaldinho, Deco, Motta e Sylvinho, jogadores que estiveram sempre a seu lado.
“Desde que cheguei com 16 anos que tenho crescido pessoalmente e futebolisticamente, tive momentos muito importantes no Barcelona e na seleção também, mas no Barcelona as coisas correm-me melhor,” sublinhou o avançado.
Por último, referiu-se aos grandes clubes da Europa que tentam acabar com a hegemonia do Barcelona: “Gosto do Manchester United porque tem bons jogadores e tentam sempre jogar bom futebol. O Arsenal tem uma ideia futebolística parecida com a nossa e o Real Madrid talvez não seja uma equipa tão brilhante, mas tem jogadores incríveis.”

Record

Dirigente garante que quer a permanência de Forlán e Agüero no Atlético de Madrid

O diretor desportivo do Atlético de Madri, José Luiz Caminero, frustou a tentativa da Juventus de Turim em contratar o atacante argentino Sérgio Agüero. Segundo o dirigente, a agremiação desistiu de negociá-lo e agora espera convencê-lo a permanecer no clube na próxima temporada.

"Esperamos fazê-lo mudar de ideia, porque, no final, é o que deixaria todos satisfeitos. Há poucos jogadores assim no mundo, e estamos pensando desta forma: com Agüero vestindo a camisa do Atlético", disse Caminero, descartando a proposta feita pelos italianos de 32 milhões de euros mais o meia português Tiago.

Agüero está na Argentina concentrado na disputa da Copa América. O dirigente do clube 'Colchonero'  quer esperar até o final da competição sul-americana para conversar com o jogador. "Ele (Agüero) está focado na Copa América e, depois disso, poderemos conversar para convencê-lo a mudar sua decisão. Aqui, estamos muito contentes com ele e esperamos que o jogador continue conosco".

Além de Agüero, Caminero também confirmou o interesse em permanecer com o uruguaio Diego Forlán. "Queremos contar com ele. Forlán é um ídolo da torcida, fez muitos gols pelo clube, e é difícil achar alguém como ele no mercado. Queremos contar com os melhores, e Forlán é um deles".

FutNet